Mamoplastia com Autoprótese em Curitiba

Para mulheres que desejam forma, colo e sustentação sem depender do silicone, em casos selecionados.

Dra. Viviane Teixeira

A Mamoplastia com Autoprótese é uma técnica idealizada pela Dra. Viviane Teixeira para

remodelar as mamas usando o próprio tecido mamário da paciente. Em vez de inserir um implante de silicone, o tecido existente é reorganizado para construir sustentação, projeção e formato com mais naturalidade.

É uma alternativa especialmente relevante para mulheres com volume mamário suficiente, mamas grandes com queda, flacidez ou desejo claro de não utilizar silicone.

Dra. Viviane Teixeira em cirurgia

O que é a Mamoplastia com Autoprótese?

Por muito tempo, a resposta mais comum para mamas com queda, flacidez ou perda de colo foi associar redução, mastopexia ou remodelação ao implante de silicone.

Mas há pacientes que já têm tecido suficiente. O que falta não é necessariamente volume artificial, é reposicionamento, forma e sustentação.

A Autoprótese parte dessa leitura: aproveitar o tecido vivo da própria paciente como recurso técnico para remodelar a mama, evitando a dependência de um implante em casos bem indicados.

A proposta não é apenas “não usar silicone”. É preservar o que o corpo já oferece e transformar esse tecido em estrutura, desenho e naturalidade.

Para quem pode ser indicada?

A técnica pode ser considerada para mulheres que apresentam:

  • mamas com queda;
  • flacidez mamária;
  • volume mamário suficiente;
  • perda de colo após gestação, amamentação ou variação de peso;
  • desejo de remodelar as mamas sem silicone;
  • vontade de reduzir ou reposicionar as mamas preservando tecido próprio;
  • interesse em uma alternativa mais natural ao implante mamário.

A indicação final depende da avaliação médica.

Como é feita?

A cirurgia envolve a remodelação do tecido mamário da própria paciente.

Durante o procedimento, esse tecido é reposicionado e conformado em planos específicos, criando uma estrutura interna de sustentação. É como transformar o volume existente em uma “prótese natural”, feita do próprio corpo.

A técnica exige planejamento preciso, simetria entre as mamas, preservação da vascularização dos tecidos e domínio de retalhos mamários.

Por isso, a Autoprótese não é apenas uma mastopexia sem silicone. É uma cirurgia de alta exigência técnica, indicada para casos em que o tecido disponível permite construir forma, projeção e sustentação com naturalidade.

Técnica, naturalidade e visão de detalhe

A Autoprótese exige uma leitura refinada da mama.

O resultado depende de decisões técnicas tomadas em milímetros: como distribuir o tecido, como preservar a vascularização, como buscar simetria, como posicionar o colo e como construir sustentação sem criar uma mama artificial.

Na abordagem da Dra. Viviane, o detalhe é parte do método. A cirurgia é planejada para que a mama ganhe forma, presença e naturalidade, sem perder a identidade do corpo da paciente.

O objetivo é construir um resultado mais harmônico, sustentado e proporcional, com colo e projeção compatíveis com o próprio tecido mamário.

Resultados

Os resultados variam conforme volume mamário, qualidade da pele, grau de queda, cicatrizes, resposta individual do organismo e cuidados pós-operatórios.

A apresentação de resultados tem finalidade informativa e educativa, ajudando cada paciente a compreender possibilidades reais dentro de uma avaliação médica personalizada.

Vídeos

@dravivianeteixeira

FAQ — Mamoplastia com Autoprótese

  • É uma cirurgia que utiliza o próprio tecido mamário da paciente para remodelar, sustentar e projetar as mamas, sem implante de silicone em casos selecionados.

  • Pode estar relacionada. A mastopexia trata a queda das mamas; quando associada à Autoprótese, utiliza o próprio tecido para criar forma, sustentação e projeção sem silicone.

  • Pacientes com volume mamário suficiente, mamas grandes com queda, flacidez ou desejo de não usar silicone podem ser avaliadas para essa técnica.

  • A proposta principal não é aumentar como uma prótese de silicone, mas remodelar e projetar o tecido existente. O resultado depende do volume mamário disponível.

  • Em casos selecionados, sim. Quando há tecido suficiente, a Autoprótese pode ser uma alternativa para criar sustentação e forma sem implante.

  • Sim, em alguns casos. Na Mamoplastia Redutora com Autoprótese, o tecido excedente pode ser aproveitado para recompor forma e sustentação.

  • Pode ser possível quando há tecido mamário suficiente para remodelação. Em outros casos, a lipoenxertia mamária pode ser avaliada como alternativa.

  • A técnica busca criar projeção e colo a partir do próprio tecido mamário, mas o resultado depende da anatomia, do volume disponível e da qualidade dos tecidos.

  • Nenhuma cirurgia impede os efeitos naturais do tempo, gravidade, oscilações de peso e envelhecimento dos tecidos. O planejamento considera esses fatores desde o início.

  • A avaliação médica é essencial. A Dra. Viviane analisa volume, pele, queda, simetria, cicatrizes, desejo estético e possibilidades reais para indicar a melhor técnica.