Short Scar em Cirurgias de Mama em Curitiba

A menor cicatriz possível, sem comprometer forma e segurança.

Em uma cirurgia de mama, a cicatriz não deve ser definida por um modelo padronizado. Ela depende do volume, da queda, da qualidade da pele, da posição das aréolas e da quantidade de tecido que precisa ser remodelada.

A Dra. Viviane Teixeira trabalha com o conceito Short Scar, priorizando cicatrizes periareolares, verticais ou em L sempre que a anatomia permite. Mesmo em muitas mamas grandes, a cicatriz em L pode substituir o T invertido e evitar seu segmento horizontal medial.

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Dra. Viviane Teixeira

Como a cicatriz é planejada?

A escolha pode considerar:

  • cicatriz periareolar para ajustes específicos ao redor da aréola;
  • cicatriz vertical para correções que exigem remodelação abaixo da aréola;
  • cicatriz em L para tratar maior excesso de pele sem o segmento medial do T;
  • cicatriz em T invertido apenas quando a anatomia e a segurança realmente exigem;
  • grau de queda e volume das mamas;
  • qualidade e elasticidade da pele;
  • necessidade de redução, elevação, prótese ou Autoprótese;
  • cicatrizes já existentes em cirurgias de correção ou explante.

A indicação final é sempre individualizada. Short Scar não significa usar a mesma cicatriz em todas as pacientes, mas buscar a menor extensão capaz de entregar um resultado seguro e bem estruturado.

Dra. Viviane Teixeira

Benefícios do planejamento Short Scar

Quando bem indicado, o planejamento pode contribuir para:

  • menor extensão de cicatriz;
  • ausência do segmento medial do T invertido em casos selecionados;
  • cicatriz mais compatível com a necessidade real da mama;
  • remodelação com preservação de forma e sustentação;
  • possibilidade de tratar inclusive mamas grandes com cicatriz em L;
  • planejamento individualizado, sem padronização;
  • melhor integração entre cicatriz, formato e anatomia;
  • abordagem contemporânea e tecnicamente refinada.

Mais do que reduzir uma marca, a proposta é equilibrar cicatriz, segurança e qualidade do resultado.

Como é feito?

Antes da cirurgia, a Dra. Viviane avalia a pele, o volume, o grau de queda, a base da mama, a posição da aréola e a técnica necessária para definir o desenho da cicatriz.

A cicatriz em L é uma das abordagens preferenciais quando é preciso retirar mais pele. Ela mantém o segmento vertical e lateral, mas evita o prolongamento horizontal em direção ao centro do tórax presente no T invertido.

Em cirurgias secundárias, o planejamento também busca aproveitar ou converter cicatrizes existentes, evitando novas extensões sempre que isso é seguro.

FAQ — Short Scar nas Cirurgias de Mama

  • É o planejamento de cicatrizes reduzidas, escolhidas de acordo com a anatomia e a correção necessária, sem comprometer a segurança ou a forma da mama.

  • Podem ser consideradas cicatrizes periareolares, verticais, em L ou, quando necessário, em T invertido.

  • A cicatriz em L não possui o segmento horizontal medial do T invertido, reduzindo sua extensão em direção ao centro do tórax.

  • Em muitos casos, sim. A Dra. Viviane utiliza a cicatriz em L inclusive em mamas grandes quando a anatomia e a segurança permitem.

  • Não. A extensão depende da quantidade de pele, do grau de queda e do volume que precisa ser remodelado.

  • Ela é menor em extensão, mas não é adequada para todas as correções. A indicação deve considerar o resultado e a segurança, não apenas o tamanho da cicatriz.

  • Não. Toda cirurgia deixa cicatriz. O objetivo é usar a menor extensão adequada ao caso.

  • Em algumas cirurgias de correção ou explante, pode ser possível evitar refazer o segmento medial do T, conforme os tecidos e o planejamento.

  • Não. A evolução depende da técnica, da pele, da genética, da tensão local e dos cuidados pós-operatórios.

  • A definição é feita após avaliação do volume, da queda, da pele, das aréolas, das cicatrizes prévias e da técnica necessária.